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APRESENTAÇÃO

NO AR DESDE 01 DE JANEIRO DE 2014

Neste momento você também pode receber a Jesus Cristo como Salvador, simplesmente conversando com Ele… Em suas próprias palavras, diga de coração para Deus:

Deus, eu reconheço que tenho pecado contra Ti. Por favor, perdoa-me! Eu creio que Jesus Cristo morreu e ressuscitou para pagar o preço pelo meu pecado.
Jesus, entra em meu coração e purifica-me do meu pecado. Neste momento eu confio em Ti como meu único e suficiente Salvador.

Se você orou assim, e foi sincero, você hoje "nasceu de novo" na família de Deus, de acordo com 2 Coríntios 5.17: "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

ANO DO JUBILEU

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E santificareis o ano qüinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família.”
(Levítico 25.10)


Depois que Deus tirou o povo de Israel do Egito, através da liderança de Moisés, o Senhor então passa a estabelecer as normativas do povo, as leis que deveriam ser seguidas pelo seu povo, como Nação de Deus. Ele estabelece os Dez Mandamentos e orienta o povo a guardar o sétimo dia, como forma de reconhecimento pela ação do Criador sobre a Terra.
Posteriormente, Deus decide estabelecer uma nova data que deveria ser guardada pelo povo, o Ano do Jubileu. A palavra Jubileu vem do hebraico, “yovel.” Refere-se ao carneiro, cujo chifre foi usado para anunciar o ano festivo. Ou seja, no Ano do Jubileu, deveria ser tomado o Shofar (feito de chifre de carneiro) e tocado em todo o Israel, para anunciar desta forma o início desta festividade.
Israel também deveria guardar o Ano Sabático. Deus havia estabelecido que seis anos seriam usados para o plantio, mas o sétimo ano seria de descanso da Terra. Enquanto que o Ano do Jubileu deveria ser guardado a cada 50 anos.

De certa forma o jubileu era um ano inteiro de festividade, um ano de liberdade. Guardá-lo demonstraria a fé que Israel tinha no seu Deus e seria um tempo de agradecimento e de felicidade com as Suas provisões.
Neste ano as dividas eram perdoadas, as propriedades devolvidas, os escravos eram libertos, e o perdão atingia a todos. O Jubileu apregoava a generosidade do povo e amor pelo Criador. O Jubileu religava o povo a Deus, relembrando a provisão divina através dos tempos. As propriedades que foram vendidas, tomadas ou roubadas, no Ano do Jubileu deveria ser devolvida.
O Ano do Jubileu era considerado um tempo de restauração, quando os escravos sairiam do jugo de seus senhores para partirem de volta as suas casas. Era um ano de esperança para todo aquele que havia perdido algo, ou que havia experimentado um tempo de tribulação em suas vidas.
Um ciclo se fechava e um novo ciclo se iniciava na vida das pessoas. As dividas e tudo o que havia sido um problema durante aquele período era esquecidas e um novo momento iniciava na vida de cada israelita.
No Ano de Jubileu, os escravos tinham a sua liberdade restaurada (Leviticos 25.10). Todos os servos ou escravos estavam em condições de obter a sua liberdade (Leviticos 25.39-46; Jr 34.8-14). O Ano do Jubileu era o ano de proclamar liberdade na terra a todos os seus moradores.
Neste ano especial as posses eram devolvidas e cada um voltava a ser dono de suas propriedades (Levíticos 25.13). Todos os bens eram restituídos e todas as dividas eram perdoadas.
O Ano do Jubileu é o mesmo Ano da Graça do Senhor proclamado pelo Senhor Jesus na primeira pregação que Ele fez em Nazaré no inicio do seu ministério (Lucas 4.18-21).

Pastora Eliane (Jó)

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