APRESENTAÇÃO

NO AR DESDE 01 DE JANEIRO DE 2014

Neste momento você também pode receber a Jesus Cristo como Salvador, simplesmente conversando com Ele… Em suas próprias palavras, diga de coração para Deus:

Deus, eu reconheço que tenho pecado contra Ti. Por favor, perdoa-me! Eu creio que Jesus Cristo morreu e ressuscitou para pagar o preço pelo meu pecado.
Jesus, entra em meu coração e purifica-me do meu pecado. Neste momento eu confio em Ti como meu único e suficiente Salvador.

Se você orou assim, e foi sincero, você hoje "nasceu de novo" na família de Deus, de acordo com 2 Coríntios 5.17: "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."

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quarta-feira, 10 de abril de 2019

ORAÇÃO Da Meia Noite 10/04/19 Conscientização

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Pastora Eliane

Lição 10 Antropologia

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O USO DA PALAVRA HOMEM COMO REFERÊNCIA À RAÇA HUMANA
Antes de discutir o assunto mesmo deste capítulo, é preciso ponderar brevemente se é correto usar a palavra homem para referir-se a toda a raça humana (como no título deste capítulo). Algumas pessoas hoje contestam veementemente o uso da palavra "homem" para representar a raça humana em geral (incluindo homens e mulheres), pois alegam que tal costume desrespeita as mulheres. Os que fazem essa objeção preferem que, para nos referir à raça humana, usemos exclusivamente termos "neutros" como "humanidade", "seres humanos" ou "pessoas".
POR QUE O HOMEM FOI CRIADO?
Deus não precisava criar o homem, mas nos criou para a sua própria glória.
Deus nos criou para a sua própria glória. Na análise da independência divina, observamos que Deus se refere aos seus filhos e filhas das extremidades da terra como aqueles "que criei para minha glória" (Is 43.7; cf. Ef 1.11-12). Portanto, devemos fazer "tudo para a glória de Deus" (1Co 10.31).
Esse fato garante a relevância da nossa vida. Percebendo que Deus não precisava nos criar, e que não precisa de nós para nada, poderíamos concluir que nossa vida não tem a menor importância. Mas as Escrituras nos dizem que fomos criados para glorificar a Deus, indicando que somos importantes para o próprio Deus.
Qual o nosso propósito na vida?
O fato de Deus nos ter criado para a sua própria glória determina a resposta correta à pergunta: "Qual o nosso propósito na vida?" Nosso propósito deve ser cumprir a meta para que Deus nos criou: glorificá-lo. Quando falamos com respeito ao próprio Deus, eis aí um bom resumo do nosso propósito. Mas quando pensamos nos nossos próprios interesses, fazemos a feliz descoberta de que devemos nos alegrar em Deus e encontrar prazer no nosso relacionamento com ele. Diz Jesus: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (Jo 10.10). Davi diz a Deus: "Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente" (Sl 16.11).
Ao se abordar a questão da criação, inevitavelmente surge a questão da "teoria da evolução". Dentro da teologia existam diferentes maneiras de se ver as origens
A) Evolução ateísta- Envolve a origem com base em um processo natural, tanto no surgimento da primeira substância viva como no de novas espécies. Essa teoria afirma que, bilhões de anos atrás, substâncias químicas existentes no mar, influenciadas pelo Sol e pela energia cósmica, acabaram unindo-se por obra do acaso dando origem a organismos unicelulares. Desde então, vêm se desenvolvendo por intermédio de mutações benéficas e de seleção natural, formando todas as plantas, animais e pessoas.
B) Evolução teísta- A evolução teísta afirma que Deus direcionou, usou e controlou o processo da evolução natural para "criar" o mundo e tudo que nele existe.
Normalmente, essa visão inclui as seguintes ideias:
  • Os dias da criação de Gênesis 1, na verdade, foram eras;
  • O processo evolutivo estava envolvido na criação de Adão;
  • A Terra e as formas pré-humanas são extremamente antigas.
C) Criação - Tem a Bíblia como sua única base e entende que a ciência pode contribuir para nosso entendimento, mas nunca pode mudar nossa interpretação das Escrituras para acomodar suas descobertas.
A Criação ensina que o homem foi criado por Deus, à sua imagem, a partir do pó da terra, soprando-lhe nas narinas fôlego de vida (Gn 1.27; 2.7). Nunca existiu uma criação subumana ou um processo de evolução.
Os criacionistas, apesar de discordarem em detalhes secundários, se unem na crença de que Gênesis 1 é um relato literal e que Adão foi o primeiro homem.

2 - A TEORIA DA EVOLUÇÃO

A) Os princípios da evolução
As estrelas e os planetas são resultado do "Big Bang", uma explosão de prótons e de nêutrons comprimidos e em alta rotação;
A vida começou completamente ao acaso, quando uma célula única surgiu da matéria inanimada;
Todos os organismos vivos evoluíram dessas formas elementares, ganhando complexidade durante o processo, o qual também produziu o ser humano.
B) O processo da evolução - As mutações constituem o fator principal da evolução e são pequenas e repentinas mudanças no DNA dos genes, os quais são transmitidos aos descendentes.
A seleção natural entra em seguida, fazendo a filtragem dos resultados mais fracos das mutações e gerando assim um estágio mais forte e evoluído que o anterior.
Em terceiro lugar está o tempo, visto que alterações e perpetuações desse porte nunca poderiam ocorrer em poucos milhões de anos. Desse modo, a evolução segue a seguinte fórmula matemática: MUTAÇÕES X SELEÇÃO NATURAL X TEMPO = EVOLUÇÃO.

3 - OS PROBLEMAS DA EVOLUÇÃO

A) Problemas nas mutações
a) Mutações são raras e quase sempre são prejudiciais;
b) Nunca foi observada uma mutação que produzisse uma nova espécie mais avançada.
B) Problemas na seleção natural
a) A seleção natural acontece na natureza como acontece nos laboratórios em que são impostas circunstâncias próprias para a seleção natural?
b) Mutações únicas aguardariam outras mutações necessárias para sua perpetuação? (Exemplo: olho e ducto lacrimal).
c) A seleção natural perpetua o ser mutante?
C) Problemas com a quantidade de tempo necessária
Toda a teoria da evolução depende do acaso. O acaso está contido em inúmeras possibilidades. O tempo exigido para que todos os "acasos" ocorressem de forma a produzir a primeira célula é incrivelmente grande, porque as chances de ocorrerem os tais acasos são muito pequenas.
Do ponto de vista da teologia bíblica, a criação do homem baseia-se no testemunho bíblico (Gn 1-2; Ex 20.9-11; Mt 19.4-6) e na necessidade de fé (Hb 11.3);
2) AS CARACTERÍSTICAS DA CRIAÇÃO DO HOMEM
Foi planejada (Gn 1.26);
Ocorreu de forma direta, especial e imediata (Gn 1.27; 2.7);
O homem foi formado do pó da terra (Gn 2.7) de um modo maravilhoso (Sl 139.14);
Foi dada ao homem uma alma (Gn 2.7). Essa alma é imortal, o que dá ao homem um valor incomparável (Mt 16.26; Fp 1.22-23);
O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26-27; 5.1; 9.6; 1Co 11.7).
3) SIGNIFICADO DO CONCEITO DA IMAGEM DE DEUS
Quando a Bíblia diz que o homem foi criado à imagem de Deus significa que Deus comunicou ao homem algumas qualidades que não compartilhou com os outros seres terrestres:
a) Inteligência (Sl 139.14);
b) Emoções (Mt 26.38);
c) Vontade (Pv 21.10).
Aspectos específicos da nossa semelhança a Deus.
Embora tenhamos argumentado acima que seria difícil definir todos os aspectos em que somos semelhantes a Deus, podemos assim mesmo mencionar vários aspectos que nos revelam mais parecidos com Deus do que todo o restante da criação.
ASPECTOS MORAIS
(1) Somos criaturas moralmente responsáveis pelos nossos atos perante Deus. Correspondente a essa responsabilidade, temos
(2) um senso íntimo de certo e errado que nos separa dos animais (que têm pouco ou nenhum senso inato de moralidade ou justiça, mas simplesmente reagem ao medo do castigo ou à esperança da recompensa). Quando agimos segundo os parâmetros morais divinos, nossa semelhança a Deus se espelha numa
(3) conduta santa e justa perante ele, mas, por outro lado, nossa dessemelhança a Deus se revela sempre que pecamos.
ASPECTOS ESPIRITUAIS
(4) Não temos somente corpos físicos, mas também espíritos imateriais, e podemos portanto agir de modos significativos no plano de existência imaterial, espiritual. Isso significa que temos
(5) uma vida espiritual que possibilita que nos relacionemos pessoalmente com Deus, que oremos a ele e o louvemos, e ouçamos as palavras que ele nos diz. Animal nenhum jamais passou uma hora absorto em oração intercessória pela salvação de um parente ou de um amigo! Vinculado a essa vida espiritual está o fato de possuirmos
(6) imortalidade; não cessaremos de existir, mas viveremos para sempre.
ASPECTOS MENTAIS.
(7) Temos a capacidade de raciocinar e pensar logicamente e de conhecer o que nos distingue do mundo animal. Os animais às vezes exibem conduta admirável na solução de complicações e problemas no mundo físico, mas certamente não se ocupam do raciocínio abstrato ? não há algo como a "história da filosofia canina", por exemplo, nem nenhum animal desde a criação evoluiu na compreensão de problemas éticos ou no uso de conceitos filosóficos, etc.
(8) O uso que fazemos da linguagem complexa, abstrata, nos distingue dos animais. Pude pedir ao meu filho de quatro anos de idade que fosse pegar a chave de fenda grande e vermelha lá na caixa de ferramentas no porão. Mesmo que jamais a tivesse visto antes, poderia facilmente executar a tarefa, pois já conhecia os significados de "ir", "pegar", "grande", "vermelha", "chave de fenda", "caixa de ferramentas" e "porão".
(9) Outra diferença intelectual entre seres humanos e animais é que temos uma noção de futuro distante, até um senso íntimo de que sobreviveremos à nossa morte física, senso que a muitos proporciona o desejo de tentar mostrar-se retos diante de Deus antes de morrer (Deus "pôs a eternidade no coração do homem", Ec 3.11).
(10) Nossa semelhança a Deus também se percebe na criatividade humana em áreas como a arte, a música e a literatura, e na engenhosidade científica e tecnológica. Não devemos pensar que essa criatividade se restringe aos músicos ou artistas mundialmente famosos; também se reflete de maneira muito bela nas peças ou brincadeiras inventadas pelas crianças, na destreza que há no preparo de uma refeição, na decoração de um lar ou no cultivo de um jardim, e na criatividade exibida por todo ser humano que conserta algo que simplesmente não funcionava bem.
(11) No aspecto das emoções, nossa semelhança a Deus se percebe numa grande diferença de grau e complexidade. É claro que os animais também exibem algumas emoções (qualquer pessoa que já tenha tido um cachorro certamente se lembra de evidentes expressões de alegria, tristeza, medo de castigo diante do erro, raiva se outro animal invade seu "território", contentamento e afeto, por exemplo). Mas na complexidade das emoções que vivenciamos, novamente somos bem diferentes do resto da criação.
ASPECTOS RELACIONAIS
Além da capacidade única de nos relacionarmos com Deus, há outros aspectos relacionais ligados à imagem de Deus.
(12) Embora os animais sem sombra de dúvida tenham alguma noção de comunidade, a profundeza de harmonia interpessoal que se vivencia no casamento humano, numa família humana que funcione segundo os princípios divinos, e numa igreja em que a comunidade de crentes ande em comunhão com o Senhor e uns com os outros, é muito maior do que a harmonia interpessoal vivenciada pelos animais. Na nossas relações familiares e na igreja também somos superiores aos anjos, que não se casam nem geram filhos nem vivem na companhia dos filhos e filhas remidos de Deus.
(13) No próprio casamento, espelhamos a natureza de Deus no fato de os homens e as mulheres gozarem de igualdade de importância mas diversidade de papéis, desde que Deus nos criou.
(14) O homem é como Deus no seu relacionamento com o restante da criação. Especificamente, o homem recebeu o direito de reger a criação, e quando Cristo voltar receberá até autoridade para julgar os anjos (1Co 6.3; Gn 1.26, 28; Sl 8.6-8).
4) A NATUREZA DO HOMEM
O homem é formado por uma parte física e uma parte espiritual (Gn 2.7). Esse conceito é chamado de "dicotomia". O conceito que crê que o homem é formado por corpo, alma e espírito, sendo que o espírito é algo distinto e superior à alma, é conhecido como "tricotomia". Para muitos teólogos, alma e espírito são duas palavras que se referem à mesma coisa no homem. São termos intercambiáveis.
Há certa dificuldade nessa posição devido ao texto que se refere ao "corpo, alma e espírito" (1Ts 5.23). Entretanto, a grande ocorrência dos termos "alma" e "espírito" no mesmo texto está em textos poéticos ou em textos que lançam mão de um recurso retórico a fim de enfatizar uma ideia (Jó 7.11; Jó 12.10; Is 26.9; 1Co 15.45; Hb 4.12).
A "alma" pode pecar, ou o "espírito" pode pecar.
Aqueles que defendem a tricotomia geralmente concordam que a "alma" pode pecar, pois crêem que a alma inclui o intelecto, as emoções e a vontade. (Vemos que nossa alma pode pecar em versículos como 1Pe 1.22; Ap 18.14.)
O tricotomista, porém, geralmente considera que o "espírito" é mais puro do que a alma e, quando renovado, livre do pecado e sensível ao chamado do Espírito Santo. Essa concepção (que às vezes se insinua na pregação e nos escritos cristãos populares) não encontra realmente apoio no texto bíblico. Quando Paulo encoraja os coríntios a se purificar "de toda impureza, tanto da carne como do espírito" (2Co 7.1), ele sugere nitidamente que pode haver impureza (ou pecado) no espírito. Do mesmo modo, fala da mulher solteira que se preocupa em ser santa "assim no corpo como no espírito" (1Co 7.34).
5) CONDIÇÃO ORIGINAL DO HOMEM
Além dos aspectos da criação do homem que já vimos, ele foi criado com uma natureza moral santa (Ec 7.29)
A Queda do Homem
Alguns dizem que o relato da queda é apenas uma lenda. Outros aceitam a "verdade" da história sem aceitar sua credibilidade histórica. O relato da queda é visto como um mito verdadeiro; Muitos veem o relato da queda como verdade factual e história. Assim como se crê que o relato da criação é literal, também o da queda do homem. Outros textos bíblicos apoiam a historicidade da queda (Rm 5.12-21; 1Co 15.21-22; 1Tm 2.14).
2) OS QUE FORAM TENTADOS
a) Adão tinha capacidade de pensamento e razão, pois era capaz de dar nomes aos animais e pensar sobre seu relacionamento com Eva (Gn 2.19-23). Também possuía uma linguagem com a qual podia se comunicar (Gn 2.16,20,23).
b) Não tinha pecado e sua santidade o capacitava a se relacionar com Deus. Era, entretanto, uma santidade não confirmada por não ter sido posta à prova. O homem tinha liberdade para escolher e avaliar suas escolhas.
c) Tinha a responsabilidade de exercer domínio sobre a terra (Gn 1.26-28; 2.15) e de desfrutar dos resultados do seu trabalho (Gn 2.16-17).
3) O TESTE
O teste supremo era se Adão e Eva obedeceriam a Deus ou não. Para isso, não podiam comer o fruto de uma árvore do jardim: a árvore do conhecimento do bem e do mal. Ao estabelecer o teste, Deus demonstrou querer que o homem o servisse e obedecesse voluntariamente.
4) O TENTADOR
Satanás usou um ser que Eva conhecia a fim de tentá-la. Ele se dirigiu a Eva provavelmente porque ela não recebeu a proibição diretamente de Deus como aconteceu com Adão.
5) A TENTAÇÃO
a) Satanás, que já havia desejado ser como Deus (Is 14.14), sugeriu a Eva que seria bom para ela ser "como Deus". Ele transmitiu a ideia de que a ordem de Deus era baseada em um egoísmo pessoal e que as restrições impostas por Deus não são boas.
b) Eva racionalizou o que estava prestes a fazer. Em primeiro lugar, o fruto era bom para se comer.
Em segundo, restrições seriam, sob a óptica de Satanás, ruins. Assim, o fruto era gostoso, daria sustento e traria conhecimento. Diante disso, a mulher tomou, comeu o fruto e o deu ao seu marido para que também comesse.
A Penalidade da Queda
O pecado de Adão e Eva teve consequências enormes sobre as mais diversas áreas da criação de Deus.
Vejamos quais são:
1. Sobre a raça humana (Gn 3.7-13)
a) Sentimento de culpa que ficou evidente na tentativa de encobrir o seu ato de pecado (v.7);
b) Perda de comunhão que ficou evidente na tentativa de se esconder de Deus (v.8).
2. Sobre Satanás (Gn 3.15)
a) Inimizade entre os descendentes de Satanás (Jo 8.44; Ef 2.2) e a descendência da mulher;
b) Morte para Satanás e ferimento para Cristo, o que aconteceu na cruz do Calvário (Hb 2.14; 1Jo 3.8).
3. Sobre Eva e as mulheres (Gn 3.16)
a) Dor na concepção;
b) O desejo da mulher seria para o marido;
c) Submissão ao marido.
4. Sobre Adão e os homens (Gn 3.17-24)
a) Maldição sobre a terra, o que tornou a obtenção do sustento um ato penoso;
b) A humanidade voltaria ao pó quando morresse;
c) Expulsão do Éden.
Sobre as consequências do pecado temos ainda que atentar para alguns aspectos:
a) O pecado de Eva afetou Adão e o pecado de Adão afetou toda a raça humana (Rm 5.12);
b) O pecado nunca foi desfeito. É possível experimentar o perdão de Deus, mas não é possível desfazer o pecado e o fato de os homens serem pecadores. Apenas no céu o efeito do pecado não atingirá mais os salvos.
AS ALIANÇAS ENTRE DEUS E O HOMEM
Como Deus se relaciona com o homem? Desde a criação do mundo, o relacionamento entre Deus e o homem tem sido definido por promessas e requisitos específicos. Deus revela às pessoas como ele deseja que ajam e também faz promessas de como agirá com eles em várias circunstâncias. A Bíblia contém vários tratados a respeito das provisões que definem as diferentes formas de relacionamento entre Deus e o homem que ocorrem nas Escrituras, e freqüentemente chama esses tratados de "alianças". Podemos apresentar a seguinte definição das alianças entre Deus e o homem nas Escrituras: "Uma aliança é um acordo imutável e divinamente imposto entre Deus e o homem, que estipula as condições do relacionamento entre as partes".
Apesar de esta definição incluir a palavra acordo para indicar que há duas partes, Deus e o homem, que precisam ingressar nas provisões do relacionamento, a frase "divinamente imposto" também é incluída para mostrar que o homem jamais pode negociar com Deus ou alterar os termos desse acordo: ele apenas pode aceitar as obrigações da aliança ou rejeitá-las.
A. A ALIANÇA DAS OBRAS
Alguns têm questionado se é apropriado falar de uma aliança de obras entre Deus e Adão e Eva no jardim do Éden. A própria palavra aliança não é utilizada no relato de Gênesis. Todavia, as partes essenciais da aliança estão todas lá ? uma definição clara das partes envolvidas, um conjunto de provisões que compromete legalmente e estabelece as condições do relacionamento, a promessa de bênçãos pela obediência e a condição para obter aquelas bênçãos.
B. A ALIANÇA DA REDENÇÃO
Teólogos falam de outro tipo de aliança, uma aliança que não é entre Deus e o homem, mas entre os membros da Trindade. A essa aliança chamam "a aliança da redenção". É um acordo entre Pai, Filho e Espírito Santo, no qual o Filho concordou em tornar-se homem, ser nosso representante, obedecer às exigências da aliança das obras em nosso favor e pagar o preço do pecado, que merecemos. As Escrituras ensinam de fato sua existência? Sim, pois falam de um plano específico e do propósito de Deus como um acordo entre Pai, Filho e Espírito Santo para obter nossa redenção.
C. A ALIANÇA DA GRAÇA
1. Elementos essenciais.
Quando o homem falhou e não conseguiu obter as bênçãos oferecidas pela aliança das obras, foi necessário que Deus criasse um novo caminho, caminho este pelo qual o homem pudesse ser salvo. O restante das Escrituras após o relato da queda em Gênesis 3 narra como Deus operou na história um surpreendente plano de redenção por meio do qual pessoas pecaminosas poderiam chegar a ter um relacionamento consigo.
2. Várias formas de aliança.
Apesar de os elementos essenciais da aliança da graça permanecerem os mesmos por toda a história do povo de Deus, os termos específicos da aliança variam conforme a ocasião. Na época de Adão e Eva havia apenas uma singela sugestão da possibilidade de um relacionamento com Deus na promessa da semente da mulher em Gênesis 3.15 e na provisão graciosa, da parte de Deus, de vestir Adão e Eva (Gn 3.21).

Pastora Eliane (Jó)

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