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Púlpito não é altar Levando Jesus

quarta-feira, 2 de maio de 2018


Para que serve o púlpito dos cristãos?

Primeiramente precisamos definir o que é púlpito. Praticamente todas as igrejas protestantes utilizam esse móvel chamado púlpito para que os preletores pastores preguem. Ele encontra-se no centro da plataforma, geralmente elevada, dando assim uma conotação de autoridade e centralidade.

O púlpito surgiu nos templos pagãos, sendo oficializado na Idade Média pela Igreja Católica como, de fato, o local propício para a pregação.

Na Reforma Protestante o altar foi praticamente removido, deixando toda a atenção dedicada ao púlpito, reforçando ainda mais a centralidade da pregação. Portanto, isso tudo quer dizer que nem Jesus, nem os apóstolos, muito menos os pais da Igreja pregaram em púlpitos.

A palavra púlpito vem do latim pulpitum, traduzindo, palco.

Então, para que fique claro, o púlpito em si não tem importância nenhuma no que diz respeito a pregação do Evangelho, mesmo porque a Nova Aliança não é mais focada em templos, altares, púlpitos ou plataformas, mas na ação do Espírito Santo nos crentes em Cristo Jesus.



Esses desvios vêm ocorrendo há muito tempo, inclusive quando se convencionou chamar o púlpito - que é um palanque - de altar.


Portanto, meus amados, essa coisa de se chamar púlpito de altar é apenas um dos desvios que, por conseguinte, pode levar quem pensa que está no "altar" a se sentir o próprio elo de ligação entre o povo e Deus. E aí inicia-se uma nova religião onde a palavra “função” (no corpo) perde a letra “f” e é transformada em “unção”, e onde o "sacerdote-pastor-bispo-apóstolo-patriarca" passa a ser o líder a ser seguido, o “ungido do Senhor”, a “cobertura espiritual” que tem a palavra final sobre qualquer coisa, infalível, um evangélico adotando o dogma católico da infalibilidade papal. Não estou dizendo que seja errado existirem igrejas-prédios, conquanto isso seja um facilitador para a reunião da igreja-gente. O erro está em dizer que a igreja institucional (pessoa jurídica por determinação da lei) e denominacional seja a igreja de Cristo. Não é. As pessoas que congregam em tais igrejas podem ou não ser da Igreja do Cordeiro, a noiva, da qual Jesus é o único pastor, o noivo, e que somente Ele sabe quem são os seus. A parábola das dez virgens (Mt.25) e os operadores de sinais, curas e exorcismos de Mateus 7:20-23 são a prova disto: Estavam nas igrejas, mas não eram da Igreja do Senhor.


A única referência que encontrei no Velho Testamento, que podemos identificar como púlpito, está em Neemias 8:1/5 ss embora apareça a expressão “…um estrado de madeira, que fizeram para esse fim…” que pelo contexto podemos identificar com o púlpito. Estavam cerca do ano 440 AC época em que certamente não havia aparelhagem de amplificação sonora nem tinham conhecimentos de acústica, pelo que se limitaram a construir um estrado alto, para que Neemias pudesse ser visto e ouvido pelo maior número de pessoas possível. Não foi por instruções do seu Deus, pois nesse caso, certamente que ficaria registado. Foi uma iniciativa deles para resolver o problema com as possibilidades que tinham.
No Novo Testamento, também não aparece a palavra “púlpito” (que vem do latim pulpitu e significava cavalete, tribuna, palco etc.) o que não significa que não utilizassem esse tipo de mobiliário com a mesma finalidade, como no caso de Neemias, sem a carga teológica que essa palavra adquiriu nos nossos dias. Em certos aspectos, podemos considerar que o barco de Pedro já foi um “púlpito” utilizado por Jesus. Marcos 4:1

Este problema do púlpito é tipicamente um problema das igrejas evangélicas, em que o púlpito pela posição que ocupa no salão de cultos, passou a ser encarado como o lugar santo, que à semelhança do Velho Testamento está reservado aos “sacerdotes” dos nossos dias

Mas vamos à pergunta principal: Qual o exemplo que Jesus nos deixou sobre este assunto?
Segundo vemos nos evangelhos, várias vezes o Mestre ensinou no Templo e nas sinagogas, mas os sermões mais importantes foram para os pescadores nas praias, para os lavradores nos campos, para as grandes multidões que O seguiam nos montes.
Muitos têm tentado falar no amor de Jesus, mas sem nada fazer para mostrar esse amor.

Quanto mais arrefecida a igreja, quando deixa o seu primeiro amor Apocalipse 2:4, mais ritualista, autoritária e hierárquica se torna, mais importantes as normas e regulamentos como era no Velho Testamento.
Segundo Lucas 23:45 quando Jesus morreu “rasgou-se ao meio o véu do santuário”. Mas, nos nossos dias, parece que há quem esteja a tentar remendar o véu rasgado.

Há quem debata e até critica Mulheres no ministério pastoral e dizem que a bíblia não menciona ter Pastora, Eu pergunto: E por acaso tem Púlpito? Então porque você tem na sua Igreja? Acaso um objeto de madeira tem mais importância que um ser humano?
Pode parecer uma comparação simples demais, mas vale a pena refletir.


Fonte: Internet mas Espirito Santo


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